sexta-feira, 29 de junho de 2012

Desenvolvimento Sustentável :: em Inglês


BC Volunteers Advance Sustainable Development in Rio


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Last week the global development world converged at Rio de Janeiro for the UN's Rio+20 conference on sustainable development. BCLC was there with a twofold mission -- to be part of the conversation and to tell the story of the immense positive impact businesses are already making through community investments around the world (more on this on the Business For Good Map).  
One example of business investment in long-term development, the International Business Corps, is unfolding in Rio's favelas and low-income communities. The Business Corps is a corporate network that pairs skilled business volunteers with effective, local NGOs that will benefit from capacity-building support. The Business Corps -- comprised of BCLC, Executives Without Borders, and 10 member companies: Alcoa, Amadeus, Dow Chemical Company, Greif International, HP, IBM, Merck, Motorola and Tupperware -- launched in October 2011. 
The vision that drives the Business Corps is leveraging the skills, efficiency, and innovation of the private sector with the relationships, knowledge of local development challenges, and expertise of NGOs for a partnership yielding exponential community development impact. Members of the Business Corps love that they now have a platform for collaborative engagement in community development, which builds partnerships, dilutes risk, and catalyzes collective action.
From a strategic CSR standpoint, the Business Corps selected Rio as the focus of the first round of projects because of the desire to help facilitate a strong business environment and to invest in developing a strong workforce ready to engage in Rio’s emerging economy. Nineteen volunteers from four Business Corps companies are working with Rio's Bola Pra Frente, CDI, and Saúde Criança. I had the privilege of visiting each of these NGOs while in Rio. 

Bola Pra Frente

Bola Pra Frente uses the activity and language of soccer to educate children, teens, and their families to meet social challenges. It uses sport as the principal tool for developing values that support community development. In Brazil, children attend school for half a day, and in the favelas and low-income communities are often unsupervised for the other half of the day. While the pervasiveness of gangs and violence have improved, school drop-out rates are high even amongst elementary school students, making programs like Bola Pra Frente’s critically important for ensuring that students not only stay in school, but to ensure that Brazil’s emerging economy has a workforce to meet its increasing employment demands. 
Business Corps volunteers from Amadeus, Dow Chemical Company, and HP partnered with Bola Pra Frente on several projects identified as mission-critical needs. A volunteer from Amadeus is helping with marketing strategy, website, messaging, and portal development. “Before the Amadeus volunteer came, we had a marketing plan on paper, now Amadeus is working to create a new marketing plan and bring it to life, “ said Susana, Bola Pra Frente’s Executive Director. 
HP is working with Bola Pra Frente to translate their entire website into English, and a volunteer from the Dow Chemical Company provided event planning expertise. These projects are invaluable in building the NGO’s capacity to help Rio’s children. “When the (Business Corps) program started,” Susana said, “I had no idea the project would have such quick results.” She estimates that services provided to Bola Pra Frente are valued at $15,000 USD per month.
There have been other positive unanticipated outcomes from the Business Corps volunteers’ work, as well. The companies and volunteers that have been matched up with Bola Pra Frente have become very passionate about the work and have invested in the organization beyond their volunteer projects. Amadeus Brazil chose Bola Pra Frente for their annual volunteer day, which will occur on July 4th.  A volunteer from the Dow Chemical Company introduced Bola Pra Frente to a friend who owns a small event planning business and the owner ended up hiring two Bola Pra Frente program graduates. The Dow Olympic Operations team decided to donate a portion of the wrap it created for this summer’s London Olympic Stadium to Bola Pra Frente at the conclusion of the games. The wrap will be used to create a temporary structure in an area where Bola Pra Frente runs its programs and will start building in three years. The wrap’s lifecycle is estimated at five years, so the temporary structure created by the wrap fills the gap until construction can begin on the new site. “The Business Corps benefits extend beyond the NGOs,” the Dow volunteer said of her experience working with Bola Pra Frente. “It changed my perspective on what I can do to help.”
After six months of work the Business Corps' is already producing tremendous results.  Check-in tomorrow to see my next blog post about the Business Corps' work with Saúde Criança, which advances the self-sufficiency of low-income families with ill children, and CDI, which empowers low-income people through information and communications technologies. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Medir felicidade? Como assim !?



Medir Felicidade ? Não seria felicidade algo relativo? Na verdade o indicador em questão é baseado em fatores sociais, ambientais e econômicos, bem como outros contribuintes chave para o bem estar, tais como saúde, cultura e governança. É baseado na premissa de que o objetivo principal de uma sociedade não deveria ser o crescimento econômico, mas a integração do desenvolvimento material com o psicológico, cultural e o espiritual – sempre em harmonia com a Terra. No mínimo, interessante...

Para você que quer saber mais sobre o tema, acabei de ficar sabendo que dia 19 de junho próximo será realizado, no Theatro Net, em Copacabana, RJ, a conferência “Felicidade: novos indicadores para o desenvolvimento”. O foco é mostrar que este indicador é uma alternativa para complementar outras medidas de riqueza de uma comunidade. Achei inusitado e se estivesse ao meu alcance, com certeza, iria assistir. Com tantas situações malucas que estão acontecendo ultimamente, o item – felicidade -, com certeza, tem que fazer parte da nossa vida integralmente. Vejamos os objetivos do encontro:

“A Felicidade Interna Bruta é mais importante do que o Produto Interno Bruto”. A declaração, dada 40 anos atrás por Jigme Singye Wangchuck, antigo rei do Butão, pequeno país asiático situado entre China e Índia, marcou o início do FIB – Felicidade Interna Bruta – uma alternativa complementar a outras medidas de riqueza de uma comunidade que vai além do desempenho econômico.

No dia 19 de junho, o Rio de Janeiro discutirá questões relacionadas ao FIB na conferência “Felicidade: novos indicadores para o desenvolvimento”, um evento histórico que irá integrar as atividades paralelas da realização da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável que será realizada entre os dias 13 e 22 de junho. O encontro é uma celebração dos 20 anos da Eco 92, evento que também tratou de questões relacionadas ao meio ambiente e desenvolvimento e se tornou um marco.

Para discutir a implementação de um novo modelo de uma sociedade comprometida com as futuras gerações e com o bem estar, estarão presentes a fundadora do Instituto Visão Futuro, a psicóloga e antropóloga Susan Andrews, a coordenadora do FIB no Brasil; o vice-presidente do Conselho Nacional do Butão e Presidente do Centro para os Estudos do Butão, Dasho Kama Ura; o professor de economia pela University of British Columbia (Canadá), John Helliwell, pioneiro na incorporação de bem-estar em modelos econômicos, o secretário nacional de economia solidária do Ministério do Trabalho, Paul Singer e o Presidente da Fundação Banco do Brasil, Jorge Streit..



Será uma das primeiras conferências na América Latina após a Cúpula do Alto Comissariado da ONU – Nova York, realizada em abril de 2012, abordando a felicidade e o bem-estar como parte da formulação de um novo paradigma econômico.

Atualmente, outros países também implementam os indicadores do bem-estar além do Butão, como Reino Unido, Tailândia e Canadá. Nos últimos três anos, foram aplicados projetos pilotos FIB nas cidades de Angatuba, Itapetininga e Campinas no estado de São Paulo, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, e no núcleo rural Rajadinha, em Brasília.

O FIB inclui aspectos não monetarizadas como vitalidade comunitária, uso equilibrado do tempo, sustentabilidade de recursos naturais e bem estar humano. Com enfoque qualitativo, esse indicador gera discussões públicas, pró-atividade e protagonismo por parte da população. FIB é baseado na premissa de que o objetivo principal de uma sociedade não deveria ser somente o desenvolvimento econômico, mas a integração dos aspectos materiais, psicológicos, culturais e espirituais, sempre em harmonia com a terra.

Felicidade: novos indicadores para o desenvolvimento: Dia 19 de junho, 13h às 17h. Endereço: Rua Siqueira Campos, 143, 2º Piso, Copacabana. Inscrições: www.fibrio.org.br. Tel: (21) 2147-8060. Entrada Gratuita

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Responsabilidade Social


Responsabilidade Social

Iniciando um tema que desejo compartilhar por algum tempo no blog, que eu chamo de GOD/People/City (Deus/Pessoas/Cidade), posto um artigo sobre Responsabilidade Social, um tópico muito em alta na atualidade e que deve ser de interesse de todos.
Hoje pela manhã, participei de uma mesa de discussão na AMCHAM (Câmara de Comércio Americana) http://www.amchamrio.com no Rio de Janeiro, onde nos reunimos com três grupos de pessoas representantes de empresas, representantes de ONGs/projetos sociais e representantes do governo. Na verdade eu fui falar um pouco da experiência que estou tendo gerenciando programa  para uma grande ONG na área de TI e ouvir também como outras empresas têm se empenhado para colaborar com projetos sociais, especialmente no RJ. Várias conexões foram estabelecidas e oportunidades novas surgiram.

Como estamos vivendo uma mobilização do evento Rio+20 para desenvolvimento sustentável e responsabilidade social, o tema está bem quente na cidade. Foi uma discussão bem interessante e que nos trouxe muitas reflexões, como por exemplo:
· Empresas que estão fazendo trabalhos voluntários, achando estar ajudando, no entanto, dependendo como a iniciativa é realizada, tal ação pode ser prejudicial em um contexto maior.
·Como as empresas selecionam as ONGs para enviar seus empregados-voluntários.
·As empresas focam somente nas melhores ONGs? E as pequenas ou distantes, como serão suportadas?

 A grande verdade é que CSR (Responsabilidade Social Corporativa) é importante para uma empresa quando o CSR passa a estar inserido no planejamento estratégico da empresa e assim a mesma consegue não só ajudar a sociedade como também obter recursos para investimento em sua empresa.

Entendo que organizações, corporações, sociedades, comunidades devem se conectar para, de alguma forma, tentar influenciar a sociedade de forma positiva. Eu sei que podemos fazer mais e melhor.  Eu sei que existem pessoas precisando de ajuda, eu sei que precisamos sair do “ostracismo” e escutar o que está acontecendo lá fora, viver lá fora, entender o tempo e as oportunidades que encontramos lá fora.
Não podemos nos limitar a agir da mesma forma sempre, o relógio não pára. Considere que existe um universo de grandes oportunidades lá fora esperando que  você faça a diferença.
Mais a frente podemos falar um pouco sobre missões e ONGs cristãs, como conectar pessoas e talentos para a cidade.
Deus abençoe a cidade!
RM